9 Dicas para financiar o primeiro Imóvel

Grande parte das pessoas que buscam comprar o seu primeiro imóvel, tendem a fazê-lo através da contratação de um financiamento bancário, pois dificilmente se dispõe do valor total para adquirir o imóvel.

É bem verdade que a compra de um apartamento ou casa, é, na grande maioria das vezes, o maior investimento familiar durante uma vida inteira. Desta forma, um planejamento bem elaborado certamente evitará que se caia em armadilhas e permitirá que no longo prazo se consiga obter uma grande economia no valor total a ser pago durante o financiamento.

A compra de um imóvel financiado deve cumprir um conjunto de etapas, as quais se forem respeitadas, poderão anular imprevistos e prejuízos durante todo o processo.

Com base nestas considerações, preparei para você um pequeno roteiro, para facilitar a sua caminhada rumo ao seu tão sonhado primeiro imóvel.

1. Informe-se a respeito do seu limite de crédito antes de buscar o imóvel.

Para agilizar a efetivação do negócio e ter uma real noção da quantia total que você tem possibilidade de financiar, busque nas instituições bancárias por informações sobre carta de crédito, as quais são financiamentos pré-aprovados, para que você não corra o risco de após muita peregrinação e finalmente encontrar o imóvel, receber a notícia de que o financiamento não pode ser feito por causa de renda, idade ou qualquer outra restrição. Estas cartas de crédito possuem validade e variam entre 4 a 6 meses dependendo da instituição bancária.

2. Pesquise as melhores taxas e condições em vários bancos.

A melhor forma de se evitar pagamento abusivo de taxas de juros durante o decorrer do financiamento é visitar todas as instituições bancárias possíveis em sua cidade em busca de simulações e informações sobre as taxas de juros cobradas para financiamento imobiliário. Converse com os gerentes e tente negociar estas taxas. Geralmente, elas podem ser reduzidas, caso você opte por transferir as seus recebimentos de salários e movimentações financeiras para o banco, o que pode fazer com que o financiamento de em uma instituição torne-se mais atrativo do que em outra.

3. Analise o seu orçamento familiar.

Tenha em mente que este investimento terá que ser honrado mensalmente com o pagamento da mensalidade do financiamento. Portanto, analise previamente o orçamento familiar para que se evite apertos financeiros. Nos casos de negociação de taxas de juros, a inadimplência pode ocasionar uma alta na taxa de juros mensal, pois a pontualidade do pagamento das prestações quase sempre é pré-requisito para a concessão de descontos nas taxas do financiamento.

4. Busque o seu imóvel com segurança.

Além dos cuidados acima, é muito importante que você esteja acompanhada de um bom corretor de imóveis ou imobiliária os quais podem prevenir muita dor de cabeça, como também agilizar a sua procura, mostrando a você apenas aquelas opções que se encaixam no seu perfil. Estes profissionais também estão cientes de como deve ser efetuada uma negociação segura e livre de riscos.

5. O FGTS.

Para aqueles que possuem FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), a utilização do valor contabilizado neste fundo pode ser uma mão na roda, pois pode servir tanto como entrada, como também para amortização de saldo devedor. No entanto, o seu uso deve respeitar algumas regras. Desta forma, consulte também estes detalhes junto com as instituições as quais você for pesquisar.

6. Modalidade SAC ou PRICE?

Em termos de montante total a ser pago até o término do financiamento pela instituição bancária, a modalidade SAC torna-se mais atrativa, visto que o valor amortizado da dívida total no pagamento da parcela mensal é bem maior que na opção PRICE. A modalidade SAC inicia com uma parcela maior do que na PRICE, no entanto as parcelas são decrescentes na tabela SAC e fixas na tabela PRICE.

7. Comprometimento de renda com o financiamento imobiliário.

Um dos principais fatores que as instituições bancárias levam em consideração na análise do seu crédito é o comprometimento da sua renda. A prestação do imóvel financiado não pode exceder 30% da sua renda bruta na maioria dos bancos ou 35% da sua renda líquida em algumas outras agências. Caso possua também algum outro financiamento como carro ou outros bens de consumo, pode ser que estes também entrem na cota do comprometimento de sua renda caso estejam incluídos no cadastro único do Banco Central.

8. Apartamento na planta x apartamento pronto.

Este dilema pode ser facilmente resolvido. A resposta para este item será obtida de acordo com a urgência da entrega do imóvel. Caso precise mudar-se de imediato, sem dúvidas a necessidade fala mais alto e a melhor alternativa será optar por um imóvel pronto. No entanto, caso você tenha mais tempo para mudar-se e queira aproveitar melhores preços, como os de lançamentos, uma boa alternativa é comprar um imóvel em construção ou na planta. No entanto, para isso você deve conhecer bem a construtora e os imóveis que a mesma já construiu e entregou para que você não corra o risco de comprar e não receber ou ainda receber mas com atraso.

9. Despesas extras.

Mantenha uma quantia mínima de 5% do valor do imóvel em sua conta para eventuais gastos com registro do imóvel e despesas de cartório. Isto certamente evitará que você tenha surpresas na hora de receber as chaves do seu sonhado imóvel.

Quanto mais precauções você tomar, menor será o risco de ter prejuízos ou dores de cabeça durante o processo de aquisição do seu primeiro imóvel. Seguindo este roteiro, você terá a certeza de que estará fazendo um bom negócio.

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